Dr. Rogerio Gomes - Cirurgia Plástica - Florianópolis | Lipolifting facial – lipoescultura facial
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LIPOLIFTING FACIAL – LIPOESCULTURA FACIAL

 

 

LIPOLIFTING FACIAL – LIPOESCULTURA FACIAL

Objetivo: A partir de gordura obtida da própria face ou de outra região do corpo, preparo por centrifugação e/ou decantação, para purificação e melhor integração (técnica de Coleman), é feito preenchimento de depressões e sulcos, especialmente os sulcos naso-labiais (chamado “bigode chinês”) e cantos da boca (conhecidas por “marcas de marionete”). Também para resgatar volumes perdidos por ação do tempo, especialmente lábios, malar (maçã do rosto), contorno mandibular, queixo, entre outras. Tem a grande vantagem de não ocorrer rejeição, pois é tecido da própria pessoa e conferir textura mais macia.

Como é feita: Sob anestesia local e sedação ou geral, são feitas incisões de 2mm na zona doadora de gordura (abdômen, face interna coxas, joelhos), e injetados com microcânulas nos locais desejados, sem deixar cicatrizes. Idade: a partir dos 30 anos.

Recuperação: Normalmente retornam em 1 semana às atividades normais. Manchas e inchaços podem ocorrer, mas são infrequentes. O resultado final ocorre normalmente entre 2-4 semanas. A ausência de complicações no pós-operatório é condição para estes prazos serem razoáveis.

 

  • Por resolução do Conselho Federal de Medicina, a divulgação de fotos de antes e depois de cirurgias/procedimentos médicos, caracteriza infração ética, passível de punição.

 

 

 

 

MAIS DETALHES:

Quando está indicado fazer Lipofilling facial? Mulheres jovens (30-50 anos) com primeiros sinais de sulcos e atrofia dos tecidos faciais com perda de volume, ou senhoras que já fizeram um Lifting ou Minilifting facial que após alguns anos mostram novos sinais de envelhecimento mas não tem indicação para uma nova cirurgia. Normalmente são pacientes que preferem tratamentos mais naturais, não gostam de implantes sintéticos e querem resultado mais suave. Nestas situações, muitas vezes pode ser indicado o Lipofilling facial para atenuar os efeitos do tempo. Atualmente é um dos métodos mais difundido entre os cirurgiões plásticos e nos principais encontros científicos.

Como é feito o Lipofilling – Lipoescultura facial? É feito pela retirada de uma pequena amostra de gordura da própria face (pescoço e contorno de mandíbula ) ou de alguma região do corpo (geralmente abdômen,  face interna das coxas ou  joelhos),  sendo então preparada por centrifugação para purificação e melhor rendimento, com maior integração. É aplicado através de microcânulas com seringas de 1 ml para maior precisão e maior naturalidade dos resultados.  

A cirurgia de Lipofilling facial deixa cicatrizes?   Na face não haverá nenhuma cicatriz, pois a aplicação é feita com microcânulas que dispensam as cicatrizes. Na zona doadora haverá uma pequena cicatriz de 2-4mm, posicionada próximo ao local.

O que posso esperar do resultado?   As regiões faciais selecionadas para tratamento,  terão seu volume aumentado ou redesenhado através da cirurgia. Também ocorrerá a melhora da consistência e forma com a intervenção cirúrgica, bem como do contorno do pescoço e mandibular. O aspecto é bastante natural, pois a gordura já existe abaixo da pele, mantendo uma textura natural ao toque. Existe a possibilidade de absorção, que quando ocorre, costuma ser parcial e normalmente é feito uma ¨hipercorreção¨ para compensar esta eventual perda. Normalmente, os enxertos que forem absorvidos, o fazem dentro dos primeiros 3 meses. Após isto, dificilmente ocorrerá novas perdas. As pacientes que se submetem a esta cirurgia devem saber desta possibilidade, e da eventual necessidade de outra(s) intervenção(ões) no futuro (após 6 meses, pelo menos) para que se atinja o resultado.

Existe uma região melhor para retirar as gorduras? Praticamente todas as regiões podem ser bem aproveitadas para Lipofilling, mas algumas são preferidas, como o abdômen, a face interna das coxas e joelhos. O que deve ser evitado, são regiões previamente lipoaspiradas, pois as fibroses resultantes nestes locais e menor volume de adipócitos, tendem a levar a menor sucesso nesta intervenção.

Em quanto tempo atingirei o resultado definitivo?   Apesar do resultado imediato ser muito bom, somente após o 3° mês é que as regiões enxertadas atingirão sua forma definitiva.

O pós-operatório desta cirurgia é doloroso?   Normalmente não, desde que você obedeça às instruções médicas.  Eventualmente poderá ocorrer manifestação dolorosa, que deverá ceder com os analgésicos receitados.

Há perigo nesta operação?   Raramente a cirurgia de Lipofilling em membros inferiores determina sérias complicações. Isto se deve ao fato de se preparar adequadamente cada paciente, além de ponderarmos sobre a conveniência ou não da utilização dos enxertos de gordura.

Qual o tipo de anestesia utilizada?   Anestesia local com sedação é o mais comum; em casos raros, pode ser preferível a anestesia geral.

Quanto tempo dura o ato cirúrgico?   Em média 90 minutos, podendo chegar a 120 minutos se necessário for.

Qual o período de internação?   Normalmente não é necessário internação, mas um período de recuperação anestésica que varia de 6-12 horas. Raramente ocorrerá internação por 24hs.

São utilizados curativos?   Somente na cicatriz e zona doadora.

Quando são retirados os pontos?   Geralmente utilizamos cola e fios absorvíveis, que dispensam retirada pontos.

Qual o papel da drenagem linfática no pós-operatório? A drenagem linfática ajuda na remoção de líquidos e toxinas acumulados nas regiões operadas. Isto leva a mais conforto para a(o) paciente, menos dor no pós-operatório e mais rápido retorno às atividades do dia-a-dia. Mas é fundamental que seja feita por profissional com experiência em pós-operatório de cirurgia plástica, pois a drenagem linfática mal feita, pode interferir negativamente no resultado final.

Quando poderei tomar banho completo?   Normalmente, após o primeiro retorno (3-4 dias), quando trocamos o primeiro curativo e liberamos para iniciar a drenagem linfática.

Qual a evolução normal pós-cirúrgica?   Ocorrerão diversas fases.  Existe uma fase inicial, geralmente de 1 semana, onde a sensibilidade existe de forma suportável com as medicações prescritas. Nesta fase é importante dormir com a cabeça um pouco mais alta em relação ao tronco, e fazer compressas com gelo na face para diminuir o inchaço. Com o passar das semanas os edemas, equimoses e demais sintomas vão cedendo até que se atinja o resultado almejado ao redor de 1-3 meses.

Há risco de rejeição?   Os enxertos de gordura são da própria pessoa,  portanto não há risco de rejeição. Poderá ocorrer algum grau de absorção,  como mencionamos acima, que podem exigir nova(s) intervenção(ões) para obter o volume desejado.  É comum o cirurgião planejar uma hipercorreção (colocar um pouco mais de enxerto, geralmente 10-20%) para ¨compensar¨ estas pequenas abosrções.

Que tipo de intercorrências podem ocorrer?   Consideramos intercorrência todo e qualquer detalhe que possa surgir no pós-operatório além daqueles considerados normais. É sempre indesejado, mas de controle médico. Hematomas, seromas, irregularidades, trombose venosa profunda e tromboembolismo pulmonar são situações extremamente raras que podem ocorrer, principalmente em pacientes com peso acima do ideal, doenças sistêmicas e tabagistas. Os processos infecciosos, apesar de raros, podem ocorrer. As equimoses (manchas roxas) nada mais são do que a infiltração do sangue (hemossiderina) na pele subjacente são devidas ao próprio trauma cirúrgico. Isto, entretanto, não constitui qualquer problema futuro, com resolução espontânea.

Quando poderei voltar às minhas atividades normais?   Pode-se reiniciar a dirigir após 10-14 dias, com cuidados. Caminhadas curtas a partir de 14 dias. Banho de sol após 1 mês. Exercícios físicos a partir de 1 mês. Conforme o seu caso específico poderá haver ajustes nestes números, e serão explicados na época adequada.

Para que servem os exames pré-operatórios e fotografias?   Os exames que pedimos previamente a cirurgia constituem a rotina de qualquer ato cirúrgico. São fundamentais para avaliarmos o seu organismo como um todo, detectarmos anemias, processos infecciosos, etc. As fotografias tomadas antes e depois da sua cirurgia também são uma rotina e têm o objetivo de registrarmos a evolução do seu caso ao longo do tempo. São fundamentais no pré-operatório para avaliarmos as regiões a serem tratadas, eventuais diferenças de um lado para outro, enfim, para planejarmos o que será feito. Suas fotos permanecerão arquivadas e não serão exibidas a outros pacientes ou pessoas leigas, ficando seu uso restrito para fins de documentação científica.