Dr. Rogerio Gomes - Cirurgia Plástica - Florianópolis | Lipoescultura Corporal e Hidrolipoaspiração
4736
page-template-default,page,page-id-4736,ajax_fade,page_not_loaded,,qode-theme-ver-10.1.1,wpb-js-composer js-comp-ver-5.0.1,vc_responsive

Lipoescultura Corporal e Hidrolipoaspiração

Quando está indicado fazer Lipofilling em Membros inferiores? Algumas mulheres com coxas, pernas e tornozelos finos, gostariam de tê-los mais grossos. Além da possibilidade das próteses de silicone, uma opção mais natural e fisiológica são os enxertos de gordura purificados (Lipofilling) que também podem ser aplicacados nestas regiões. Para isto, é preciso que haja uma ¨gordurinha¨ excedente em outra região corporal, que servirá de zona doadora. A cirurgia de enxerto de gordura nos membros inferiores deixa cicatrizes? As cicatrizes utilizadas são sempre milimétricas(2-7mm), posicionadas próximo ao local de implantação e da zona doadora.

Como ficarão minhas coxas, pernas e tornozelos em relação ao tamanho e consistência? Estas regiões terão seu volume aumentado ou redesenhado através da cirurgia. Também ocorrerá a melhora da consistência e forma com a intervenção cirúrgica. Nas coxas e panturrilha, os implantes são colocados dentro do músculo e a possibilidade de absorção é menor, com melhor perspectiva. Já nos tornozelos, onde praticamente não existe músculo, os enxertos ficam em locais com baixa circulação e a possibilidade de absorção é alta, com menor perspectiva de bom resultado, podendo até haver absorção completa. Normalmente, os enxertos que forem absorvidos, o fazem dentro dos primeiros 3 meses. Após isto, dificilmente ocorrerá novas perdas. As pacientes que se submetem a esta cirurgia devem saber desta possibilidade, e da eventual necessidade de outra(s) intervenção(ões) no futuro (após 6 meses, pelo menos) para que se atinja o resultado.

Existe uma região melhor para retirar as gorduras? Praticamente todas as regiões podem ser bem aproveitadas para Lipofilling, mas algumas são preferidas, como o abdômen, a face interna das coxas e joelhos. O que deve ser evitado, são regiões previamente lipoaspiradas, pois as fibroses resultantes nestes locais e menor volume de adipócitos, tendem a levar a menor sucesso nesta intervenção.

Em quanto tempo atingirei o resultado definitivo? Apesar do resultado imediato ser muito bom, somente após o 3° mês é que as regiões enxertadas atingirão sua forma definitiva.

Qual o tipo de traje de banho que poderei utilizar após a cirurgia? Qualquer tipo. Nao ha restrição.

pós-operatório desta cirurgia é doloroso? Geralmente é pequena, desde que você obedeça às instruções médicas.Não existe restrição em relação a posição para dormir. Eventualmente poderá ocorrer manifestação dolorosa, que deverá ceder com os analgésicos receitados.

Há perigo nesta operação? Raramente a cirurgia de Lipofilling em membros inferiores determina sérias complicações. Isto se deve ao fato de se preparar adequadamente cada paciente, além de ponderarmos sobre a conveniência ou não da utilização dos enxertos de gordura.

Qual o tipo de anestesia utilizada? Anestesia peridural é o mais comum; em casos raros, pode ser preferível a anestesia geral.

Quanto tempo dura o ato cirúrgico? Em média 90 minutos, podendo chegar a 120 minutos se necessário for.

Qual o período de internação? Normalmente não é necessário internação, mas um período de recuperação anestésica que varia de 6-12 horas. Raramente ocorrerá internação por 24hs.

São utilizados curativos? Somente na cicatriz. Havera uma cinta modeladora para pós-operatório que será utilizado por 30 dias.

Quando poderei tomar banho completo? Normalmente, após o primeiro retorno, quando trocamos o primeiro curativo e liberamos para iniciar a drenagem linfática.

Qual o papel da drenagem linfática no pós-operatório? A drenagem linfática ajuda na remoção de líquidos e toxinas acumulados nas regiões operadas. Isto leva a mais conforto para a(o) paciente, menos dor no pós-operatório e mais rápido retorno às atividades do dia-a-dia. Mas é fundamental que seja feita por profissional com experiência em pós-operatório de cirurgia plástica, pois a drenagem linfática mal feita, pode interferir negativamente no resultado final.

Qual a evolução normal pós-cirúrgica? As nádegas passarão por diversas fases. Existe uma fase inicial, geralmente de 1 semana, onde a sensibilidade existe de forma suportável com as medicações prescritas. Com o passar das semanas os edemas, equimoses e demais sintomas vão cedendo ate que se atinja o resultado almejado ao redor de 3-6 meses.

Há risco de rejeição? Os enxertos de gordura são da própria pessoa, portanto não há risco de rejeição. Poderá ocorrer algum grau de absorção, que costuma ser pequeno quando os enxertos são aplicados dentro dos músculos. É comum o cirurgião planejar uma hipercorreção (colocar um pouco mais de enxerto, geralmente 10%) para ¨compensar¨ estas pequenas absorções.

Que tipo de intercorrências podem ocorrer? Consideramos intercorrência todo e qualquer detalhe que possa surgir no pós-operatório além daqueles considerados normais. É sempre indesejado, mas de controle médico. Hematomas, seromas, infecção, trombose venosa profunda e tromboembolismo pulmonar são situações que podem ocorrer, principalmente em pacientes com peso acima do ideal, doenças sistêmicas e tabagistas. Os processos infecciosos, apesar de raros, podem ocorrer. As equimoses (manchas roxas) nada mais são do que a infiltração do sangue (hemossiderina) na pele subjacente são devidas ao próprio trauma cirúrgico. Isto, entretanto, não constitui qualquer problema futuro, com resolução espontânea.

Quando poderei voltar às minhas atividades normais? Pode-se reiniciar a dirigir após 7-10 dias, com cuidados. Caminhadas curtas a partir de 10 dias. Banho de sol após 1 mês. Exercícios físicos a partir de 1 mês. Conforme o seu caso específico poderá haver ajustes nestes números, e serão explicados na época adequada.

Para que servem os exames pré-operatórios e fotografias? Os exames que pedimos previamente a cirurgia constituem a rotina de qualquer ato cirúrgico. São fundamentais para avaliarmos o seu organismo como um todo, detectarmos anemias, processos infecciosos, etc. As fotografias tomadas antes e depois da sua cirurgia também são uma rotina e têm o objetivo de registrarmos a evolução do seu caso ao longo do tempo. São fundamentais no pré-operatório para avaliarmos as regiões a serem tratadas, eventuais diferenças de um lado para outro, enfim, para planejarmos o que será feito. Suas fotos permanecerão arquivadas e não serão exibidas a outros pacientes ou pessoas leigas, ficando seu uso restrito para fins de documentação científica.

Quando são retirados os pontos? Geralmente utilizamos cola e fios absorvíveis, que dispensam retirada pontos.

Qual o papel da drenagem linfática no pós-operatório? A drenagem linfática ajuda na remoção de líquidos e toxinas acumulados nas regiões operadas. Isto leva a mais conforto para a(o) paciente, menos dor no pós-operatório e mais rápido retorno às atividades do dia-a-dia. Mas é fundamental que seja feita por profissional com experiência em pós-operatório de cirurgia plástica, pois a drenagem linfática mal feita, pode interferir negativamente no resultado final.

Quando poderei tomar banho completo? Normalmente, após o primeiro retorno, quando trocamos o primeiro curativo e liberamos para iniciar a drenagem linfática.

Qual a evolução normal pós-cirúrgica? Ocorrerão diversas fases. Existe uma fase inicial, geralmente de 1 semana, onde a sensibilidade existe de forma suportável com as medicações prescritas. Com o passar das semanas os edemas, equimoses e demais sintomas vão cedendo até que se atinja o resultado almejado ao redor de 3-6 meses.

Há risco de rejeição? Os enxertos de gordura são da própria pessoa, portanto não há risco de rejeição. Poderá ocorrer algum grau de absorção, como mencionamos acima, que podem exigir nova(s) intervenção(ões) para obter o volume desejado. É comum o cirurgião planejar uma hipercorreção (colocar um pouco mais de enxerto, geralmente 30-40%) para ¨compensar¨ estas pequenas abosrções.

Que tipo de intercorrências podem ocorrer? Consideramos intercorrência todo e qualquer detalhe que possa surgir no pós-operatório além daqueles considerados normais. É sempre indesejado, mas de controle médico. Hematomas, seromas, trombose venosa profunda e tromboembolismo pulmonar são situações que podem ocorrer, principalmente em pacientes com peso acima do ideal, doenças sistêmicas e tabagistas. Os processos infecciosos, apesar de raros, podem ocorrer. As equimoses (manchas roxas) nada mais são do que a infiltração do sangue (hemossiderina) na pele subjacente são devidas ao próprio trauma cirúrgico. Isto, entretanto, não constitui qualquer problema futuro, com resolução espontânea.

Quando poderei voltar às minhas atividades normais? Pode-se reiniciar a dirigir após 10-14 dias, com cuidados. Caminhadas curtasa partir de 14 dias. Banho de sol após 1 mês. Exercícios físicos a partir de 1 mês. Conforme o seu caso específico poderá haver ajustes nestes números, e serão explicados na época adequada.

Para que servem os exames pré-operatórios e fotografias? Os exames que pedimos previamente a cirurgia constituem a rotina de qualquer ato cirúrgico. São fundamentais para avaliarmos o seu organismo como um todo, detectarmos anemias, processos infecciosos, etc. As fotografias tomadas antes e depois da sua cirurgia também são uma rotina e têm o objetivo de registrarmos a evolução do seu caso ao longo do tempo. São fundamentais no pré-operatório para avaliarmos as regiões a serem tratadas, eventuais diferenças de um lado para outro, enfim, para planejarmos o que será feito. Suas fotos permanecerão arquivadas e não serão exibidas a outros pacientes ou pessoas leigas, ficando seu uso restrito para fins de documentação científica.