Dr. Rogerio Gomes - Cirurgia Plástica - Florianópolis | Seios Grandes (Mamaplastia Redutora)
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MAMAPLASTIA REDUTORA

 

 

 

 

 

 

MAMAPLASTIA REDUTORA

 

Objetivo: Remover o excesso de volume e aliviar sintomas associados com mamas grandes.

Como é feita: Sob anestesia geral, remove-se o excesso de pele, gordura e tecido mamário existentes, tornando as mamas mais proporcionais ao corpo. As cicatrizes ficam ao redor das aréolas, vertical das aréolas até o sulco, e no sulco mamário em extensão variável, diretamente proporcional ao tamanho das mamas.

Recuperação: A maioria retorna às atividades em 3-4 semanas; exercícios físicos devem ser evitados por 1 mês. A ausência de complicações no pós-operatório é condição para estes prazos serem razoáveis.

 

  • Por resolução do Conselho Federal de Medicina, a divulgação de fotos de antes e depois de cirurgias/procedimentos médicos, caracteriza infração ética, passível de punição.

 

 

 

MAIS DETALHES:

A partir de que idade pode ser corrigido seios muito grandes? O ideal é a partir de 18 anos, pois é quando a mama está formada. Existem casos de exceção, onde ela pode ser feita antes desta idade. Avaliação psicológica, caracterizando baixa auto-estima, dificuldade de relacionamento, queda produção escolar e depressão são importantes para antecipar a idade da indicação.

A cirurgia estética das mamas deixa cicatrizes? Felizmente esta cirurgia permite-nos colocar as cicatrizes da pele bastante disfarçadas por trajes de banho ou roupas íntimas, posicionadas nos sulcos mamários, além da cicatriz ao redor da aréola e verticalmente unindo estas duas. Para melhor esclarecê-la sobre a evolução cicatricial, vamos relatar os diversos períodos pelos quais as cicatrizes passarão:

a- PERÍODO INICIAL: Vai até o 30º dia e apresenta-se com aspecto excelente e pouco visível. Alguns casos apresentam uma discreta reação aos pontos ou ao curativo.

b- PERÍODO INTERMEDIÁRIO:Vai do 30º dia até o l2º mês. Neste período haverá um espessamento natural da cicatriz, bem como uma mudança na tonalidade de sua cor, passando do “vermelho para o “marrom” que vai, aos poucos, clareando. Este período, o menos favorável da evolução cicatricial, é o que mais preocupa as pacientes. Como não podemos apressar o processo natural de cicatrização, recomendamos às pacientes que não se preocupem, pois, o período tardio se encarregará de diminuir os vestígios cicatriciais.

c- PERÍODO TARDIO: Vai do 12º ao l8º mês. Neste período a cicatriz começa a tornar-se mais clara e menos consistente atingindo, assim, o seu aspecto definitivo. Qualquer avaliação do resultado definitivo da cirurgia das mamas deverá ser feita após este período.

Ouvi dizer que algumas pacientes ficam com cicatrizes muito visíveis. Por que isso acontece? Certas pacientes apresentam tendência à cicatrização hipertófica ou ao quelóide. Esta tendência, entretanto, poderá ser prevista, até certo ponto, durante a consulta inicial, quando lhe fazemos uma série de perguntas sobre sua vida clínica progressa, bem como características familiares, que muito ajudam quanto ao prognóstico das cicatrizes. Pessoas de pele clara têm menor probabilidade de sofrer desta complicação. Esforço nos períodos iniciais também tem grande influência negativa na qualidade das cicatrizes, especialmente na cicatriz vertical, podendo levar a aberturas e infecções locais.

Existe correção para cicatrizes hipertróficas? Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar cicatrizes inestéticas, na época adequada. Não se deve confundir entretanto, o “período intermediário” da cicatrização normal (do 30º dia até o 12º mês) como sendo uma complicação cicatricial. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução deverá ser esclarecida conosco e nunca com terceiros que, como você, “também estão apreensivos quanto ao resultado final”.

Como ficarão minhas novas mamas, em relação ao tamanho e consistência? As mamas podem ter seu volume reduzido através da cirurgia; além disso sua consistência e forma também são melhoradas com uma intervenção. Assim é que, para os casos de redução de volume e levantamento de sua posição, podemos optar por vários volumes, dentro das possibilidades que a mama original nos permita planejar, sem comprometê-la futuramente. Aqui, como no caso do aumento do volume, deverão ser equilibradas as proporções entre o volume da nova mama e o tamanho do tórax da paciente a fim de obtermos maior harmonia estética. Nessa ocasião a flacidez e a forma da mama original são corrigidas; entretanto, “as novas mamas” passam por vários períodos evolutivos:

a) PERÍODO INICIAL: Vai até o 30º dia. Neste período, apesar das mamas apresentarem-se com seu aspecto bem melhorado, sua forma ainda está aquém do resultado planejado, pois, até que se atinja a forma definitiva, surgem “pequenos defeitos” aparentes iniciais (inevitáveis em todos os casos), que tendem a desaparecer com o decorrer do tempo. Lembre-se desta observação: Geralmente nenhuma mama fica “perfeita” no pós-operatório imediato.

b) PERÍODO INTERMEDIÁRIO: Vai do 30º dia até o 6º mês. Neste período, a mama começa a apresentar uma evolução que tende à forma definitiva. Não são raros neste período uma certa insensibilidade ou hipersensibilidade do mamilo, além de maior ou menor grau de “inchaço” das mamas; além disso, sua forma está aquém da definitiva. Apesar de certa euforia da maioria das pacientes, já neste período, o resultado ficará melhor ainda, pois isto será a característica do 3º período (tardio).

c) PERÍODO TARDIO: Vai do 6º ao 12º mês. É o período em que a mama atinge seu aspecto definitivo (cicatriz, forma, consistência, volume, sensibilidade). É neste período que costumamos fotografar os casos operados, afim de compará-los com aspecto pré- operatório de cada paciente. Tem grande importância, no resultado final, o grau de elasticidade da pele das mamas bem como o volume conseguido. O equilíbrio entre ambos varia de caso para caso. Em quanto tempo atingirei o resultado definitivo? Apesar do resultado imediato ser muito perceptível e bom, com alívio do peso nas mamas maiores, somente entre o 6º e 12º mês é que as mamas atingirão sua forma definitiva (vide item anterior).

Qual o tipo de traje de banho que poderei usar após a cirurgia? No período intermediário (1-6 meses) e tardio (6-12 meses) qualquer tipo de traje, de uma ou duas peças, desde que a peça superior não fique muito justa. É claro que, após o amadurecimento das cicatrizes os maiôs poderão ser mais “generosos”, a seu critério. Nas grandes reduções mamárias, entretanto, a cicatriz horizontal é um pouco mais extensa o que determinará a escolha do maiô que melhor disfarce sua presença.

No caso de nova gravidez, o resultado permanecerá ou ficará prejudicado? O seu ginecologista lhe dirá da conveniência ou não de nova gravidez. Quanto ao resultado, poderá ser preservado, desde que aquele especialista controle seu aumento de peso na nova gestação. Geralmente não há problema maior, em caso de nova gravidez. Se houver grande ganho de peso, as alterações provavelmente ocorrerão. Quando se tratar de mamas muito grandes, que foram reduzidas acentuadamente, a lactação poderá ficar prejudicada. Em casos de pequenas e médias reduções a lactação geralmente é preservada.

O pós-operatório da cirurgia mamária é doloroso? Em geral não, desde que você obedeça às instruções médicas, principalmente no que tange à movimentação dos braços, esforços, curativos e demais cuidados nos primeiros dias. O analgésico prescrito costuma ser suficiente.

Há perigo nesta operação? Raramente a cirurgia plástica mamária sofre complicações, desde que sejam observados os cuidados pós-operatórios recomendados. Isto se deve ao fato de se preparar devidamente cada paciente, além de ponderarmos sobre a conveniência de associação desta cirurgia, simultaneamente a outras. O perigo não é maior ou menor que viajar de avião, automóvel, ou outra atividade similar.

Qual o tipo de anestesia utilizada? Na maioria das vezes com anestesia local com sedação. A anestesia geral pode ser indicada em casos de mamas muito largas ou grandes, a critério do cirurgião.

Quanto tempo dura o ato cirúrgico? Dependendo de cada tipo de mama, a média é de 3 horas.

Qual o período de internação? Geralmente não é necessário internação, mas um período de recuperação de 12 – 24 horas.

São utilizados curativos? Sim. Curativos com micropore por 3-4 dias e sutiã de lycra específico para pós-operatório em toda extensão. Após primeiro retorno são retirados os curativos e mantidos com curativo de poliuretano impermeável e que dispensa trocas, por 2 semanas .

Quando são retirados os pontos? Utilizamos cola ou fios absorvíveis, que dispensam retirada.

Quando tomarei banho completo? Após o primeiro retorno, será feito a troca dos curativos e será liberada para banhos normais.

Qual o papel da drenagem linfática no pós-operatório? A drenagem linfática ajuda na remoção de líquidos e toxinas acumulados nas regiões operadas. Isto leva a mais conforto para a(o) paciente, menos dor no pós-operatório e mais rápido retorno às atividades do dia-a-dia. Mas é fundamental que seja feita por profissional com experiência em pós-operatório de cirurgia plástica, pois a drenagem linfática mal feita, pode interferir negativamente no resultado final.

Qual a evolução pós-operatória? Não se esqueça que, até que se atinja o resultado almejado, as mamas passarão por diversas fases. Se lhe ocorrer a preocupação no sentido de “desejar atingir o resultado definitivo antes do tempo previsto”, não faça disso motivo de sofrimento: tenha a devida paciência, pois, seu organismo se encarregará espontaneamente de dissipar todos os transtornos imediatos. É evidente que toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser a nós transmitida. Para sua tranquilidade, daremos os esclarecimentos necessários ou nos empenharemos para que se atinja o resultado almejado. Pode-se reiniciar a dirigir após 3-4 semanas, com cuidados (trajetos curtos, dentro da cidade). Caminhadas a partir de 2 semanas. Banho de sol após 1 mês. Exercícios físicos a partir de 45 dias. Conforme o seu caso específico poderá haver ajustes nestes números, e serão explicados na época adequada.

Que tipo de intercorrências podem ocorrer? Consideramos intercorrência todo e qualquer detalhe que possa surgir no pós-operatório além daqueles considerados normais. É sempre indesejado, mas de controle médico. Normalmente estão relacionadas com falta de observância aos cuidados de recuperação. Hematomas, seromas são situações que podem ocorrer, principalmente em pacientes com peso acima do ideal, doenças sistêmicas e tabagistas. Os processos infecciosos e rejeição raramente ocorrem. Eventualmente, nestas situações, pode haver a necessidade de retirada da prótese, que necessita nova cirurgia. As equimoses (manchas roxas) nada mais são do que a infiltração do sangue (hemossiderina) na pele subjacente, e são devidas ao próprio trauma cirúrgico. Isto, entretanto, não constitui qualquer problema futuro, com resolução espontânea.

Quando poderei voltas às minhas atividades normais? Pode-se reiniciar a dirigir após 3-4 semanas, com cuidados (trajetos curtos, dentro da cidade). Caminhadas a partir de 2 semanas. Banho de sol após 1 mês. Exercícios físicos a partir de 45 dias. Conforme o seu caso específico poderá haver ajustes nestes números, e serão explicados na época adequada.

Há perda da sensibilidade nas mamas após a cirurgia? Nos primeiros meses há uma perda temporária. A sensibilidade retorna normalmente entre o 3º e o 6º mês, mas há casos em que pode levar de 12 a 18 meses.

Para que servem os exames pré-operatórios e fotografias? Os exames que pedimos previamente a cirurgia constituem a rotina de qualquer ato cirúrgico. São fundamentais para avaliarmos o seu organismo como um todo, detectarmos anemias, processos infecciosos, etc. as fotografias tomadas antes e depois da sua cirurgia também são uma rotina e têm o objetivo de registrarmos a evolução do seu caso ao longo do tempo. São fundamentais no pré-operatório para avaliarmos as regiões a serem tratadas, eventuais diferenças de um lado para outro, enfim, para planejarmos o que será feito. Suas fotos permanecerão arquivadas e não serão exibidas a outros pacientes ou pessoas leigas, ficando seu uso restrito para fins de documentação científica.